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Diretor-geral e secretário-geral da EMERJ participam de leitura dramatizada da peça A Moringa Quebrada, promovida pelo CCPJ-RJ

Ícone que representa audiodescrição

O diretor-geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), desembargador Cláudio dell’Orto, participou, nesta quinta-feira (5), da leitura dramatizada da peça Der zerbrochene Krug - A Moringa Quebrada, no Auditório Antonio Carlos Amorim, promovida pelo Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (CCPJ-RJ).

A presidente do Fórum Permanente de Diálogos da Lei com o Inconsciente, magistrada responsável pelo CCPJ-RJ, desembargadora Cristina Tereza Gaulia; os desembargadores Marcia Alvarenga e Renato Sertã; os juízes Elizabeth Louro e Ricardo Andrade; e o secretário-geral da EMERJ, Francisco Budal, também participaram.

No encerramento da leitura, a desembargadora Cristina Tereza Gaulia ressaltou: “É um enorme prazer vê-los, aqui, acompanhar esta peça maravilhosa. Eu quero agradecer muito a nossa equipe do CCPJ e a todos e todas na pessoa do nosso diretor Ricardo Leite Lopes.”

O evento integra os programas Justiça em Cena, que reúne as ações teatrais realizadas pelo CCPJ-RJ, e Prata da Casa, que destaca talentos artísticos do TJRJ.

 

A Moringa Quebrada

Escrita em 1806 e encenada pela primeira vez em 1808, a obra é considerada a comédia mais importante de Heinrich von Kleist, grande nome da literatura alemã. O texto original se passa em uma pequena aldeia holandesa e gira em torno do julgamento de um caso aparentemente banal: descobrir quem quebrou a moringa de barro de Dona Cândida Bravin. No entanto, o juiz Adão — responsável por conduzir a investigação — recebe justamente nesse dia a visita do corregedor, e seu esforço para encobrir seus próprios deslizes desencadeia uma série de equívocos, mentiras e situações absurdas.

A peça trata, com humor e inteligência, de temas como: responsabilidade pública; autoridade e abuso de poder; transparência; julgamento justo; e da humanidade por trás das instituições.

Na adaptação de Ricardo Leite Lopes, diretor de programação do CCPJ-RJ e responsável pela direção da leitura, a ação deixa o pequeno vilarejo holandês e se transfere para uma cidade do interior do Brasil. As piadas e situações típicas da vida rural holandesa, do início do século XIX, revelam-se surpreendentemente próximas ao cotidiano de qualquer comarca do interior fluminense. O tribunal imaginado por Kleist, por sua vez, recebe toques do universo jurídico brasileiro, o que promete divertir o público e, em especial, os que vivem o dia a dia da Justiça.

Para acessar todas as fotos do evento, clique aqui.

 

Fotos: Diego Antunes

5 de fevereiro de 2026

Departamento de Comunicação Institucional (DECOM)