Pular para conteúdo
EMERJ

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro

ícone da bandeira que traduz para o idioma Espanhol ícone da bandeira que traduz para o idioma Francês ícone da bandeira que traduz para o idioma Inglês ícone da bandeira que traduz para o idioma Português
Facebook da EMERJ Instagram da EMERJ X da EMERJ Youtube da EMERJ Flickr da EMERJ TikTok da EMERJ Spotify da EMERJ logo Threads  LinkedIn da EMERJ
Imagem da Fachada da EMERJ

Magistrados

Magistrados

Eventos

Eventos

Cursos Abertos

Cursos Abertos

Publicações

Publicações

Portal do Aluno

Portal do Aluno

Concursos EMERJ

Concursos EMERJ

EMERJ Virtual

EMERJ Virtual

Núcleos de Pesquisa

Núcleos de Pesquisa

Fale Conosco

Fale Conosco

ES | FR | EN | BR
 
Fale Conosco
Facebook da EMERJ Instagram da EMERJ X da EMERJ YouTube da EMERJ Flickr da EMERJ TikTok da EMERJ Spotify da EMERJ logo Threads  LinkedIn da EMERJ

EMERJ realiza debate sobre “Soberania Ambiental em Xeque: A Colonialidade do Poder na Internalização de Compromissos e seus Efeitos sobre a Biodiversidade”

Ícone que representa audiodescrição

A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) realizou, nesta segunda-feira (19), o evento “Soberania Ambiental em Xeque: A Colonialidade do Poder na Internalização de Compromissos e seus Efeitos sobre a Biodiversidade”.

O encontro aconteceu presencialmente no Auditório Desembargador Paulo Roberto Leite Ventura, com transmissão pela plataforma Zoom e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Abertura

O diretor-geral da EMERJ, desembargador Cláudio Luís Braga dell’Orto, destacou: “Estamos aqui hoje para o lançamento da obra Soberania Ambiental em Xeque: A Colonialidade do Poder na Internalização de Compromissos e seus Efeitos sobre a Biodiversidade, de autoria da juíza Admara Falante Schneider. Esta obra, lançada pelo selo da Editora EMERJ, é fruto da pesquisa de Sua Excelência na Escola Superior de Guerra. Nós tivemos a oportunidade, neste biênio em que ocupamos a direção da EMERJ, de consolidar talvez um dos grandes sonhos que tínhamos aqui na nossa Escola: sermos uma escola que, além de ter uma biblioteca, também tenha uma editora. Além de sermos um repositório de livros e de conhecimento jurídico, temos também a oportunidade de oferecer à sociedade e à comunidade acadêmica, de modo geral, livros e publicações impressas e digitais que são frutos dos trabalhos e pesquisas acadêmicas de colegas, juristas, professores e pessoas que se dedicam ao estudo e ao aperfeiçoamento do Direito.”

O supervisor da Editora EMERJ, docente e conferencista emérito da EMERJ, desembargador Jessé Torres Pereira Junior, relatou: “Cumprimento a autora do livro, a juíza Admara Falante Schneider, com quem eu tive a oportunidade de trabalhar há muitos anos. Eu já sou aposentado, mas ela tem muitas contribuições pela frente para o Poder Judiciário do Rio de Janeiro e, agora, diante deste livro, sua contribuição para a cultura brasileira. Eu fiquei imaginando qual poderia ser a minha participação neste encontro para destacar exatamente o que, no meu sentir, a juíza Admara Falante Schneider está dizendo de mais importante, para que este livro influencie o pensamento da magistratura fluminense, mas não só o pensamento dos juristas brasileiros, como também o pensamento da política brasileira em relação a este tema.”

A autora da obra, juíza Admara Falante Schneider, ressaltou: “Já tinha passado pela minha cabeça como o Brasil, com o poder que tem em recursos naturais, não conseguia se fortalecer como uma nação rica e que direcionava as políticas no cenário internacional. Só que, até então, eu nunca tinha estudado nem me deparado com a cadeira da geopolítica, assim como suas teorias e seus estudos acadêmicos. Até eu chegar à Escola Superior de Guerra, em 2018, tudo o que pensava era pura teoria da conspiração, porque não conseguia transformar em linguagem acadêmica aqueles princípios e aqueles ensinamentos sobre os quais eu precisava me deter. Eu não tinha; só tinha o feeling e, a partir disso, comecei a estudar as relações internacionais e como as pressões internacionais se dão. Tive a feliz ideia de fazer a prova e fui aprovada no mestrado da Escola Superior de Guerra, que teve início em 2019, e eu entrei em 2023, pouco tempo depois de ser instalado. Lá eu cheguei e não sabia nada de relações internacionais, mas, durante dois anos, tive a oportunidade de me deparar com uma quantidade enorme de teorias acadêmicas que proporcionariam essa produção aqui.”

O membro do Fórum Permanente de Direitos Humanos da EMERJ, Guilherme Sandoval Góes, concluiu: “É uma honra muito grande poder estar aqui com os senhores para falar dessa obra paradigmática da juíza Admara Falante Schneider. Tive a oportunidade de acompanhar diretamente a construção desse livro, que, eu não tenho dúvidas, pode ser uma grande referência para o Direito brasileiro e para a geopolítica brasileira. Eu digo isso porque essa obra conseguiu trazer a linhagem epistêmica do geodireito, e o geodireito é um ramo da ciência muito pouco estudado no Brasil, porque se estuda exatamente a relação entre a geopolítica, o poder do Estado e a ordem jurídica, seja ela interna ou internacional.”

A programação contou com o lançamento da obra da Editora EMERJ Soberania Ambiental em Xeque: A Colonialidade do Poder na Internalização de Compromissos e seus Efeitos sobre a Biodiversidade, de autoria da juíza de Direito Admara Falante Schneider.

Assista

Para assistir na integra, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=MwsvslBKuM4

 

Fotos: Diego Antunes

19 de outubro de 2026

Departamento de Comunicação Institucional (DECOM)