ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance — em português, ambiental, social e governança. Na prática, é um modo de organizar decisões e rotinas para que instituições entreguem resultados com menor impacto ambiental, mais proteção e inclusão de pessoas e melhor governança (integridade, transparência, gestão de riscos e prestação de contas).
No setor público, ESG não é modismo: é uma perspectiva que visa à melhoria contínua da gestão, com foco no fortalecimento da governança e na adoção de práticas sustentáveis.
Na EMERJ, o tema é valioso, pois a Escola não forma apenas conhecimento jurídico: ela ajuda a transformar diretrizes em prática — como planejar e contratar melhor, reduzir desperdícios, criar ambientes de trabalho mais inclusivos e dar previsibilidade e transparência às escolhas administrativas.
Em um Judiciário cada vez mais cobrado por eficiência e confiança pública, ESG configura um conceito cada vez mais relevante na transformação da cultura organizacional.
As práticas de ESG, um dos pilares da gestão do diretor-geral, desembargador Cláudio Luís Braga dell’Orto na EMERJ, têm como base:
Esse movimento está alinhado às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que funcionam como um mapa global para políticas e instituições.
A EMERJ tem adotado ações e projetos que dialogam com diversos objetivos:
Ao reduzir desperdícios, adotar o uso consciente e repensar rotinas (impressões realmente necessárias, equipamentos ligados sem uso, consumo de água em banheiros e copas), a EMERJ reforça que ESG não é um conceito abstrato, mas sim uma prática diária, com impacto direto no custo público, na pegada ambiental e na cultura institucional.
A mudança é incremental, mas o resultado é concreto — e começa agora, em cada sala, em cada setor, em cada escolha.